- Uns versos sobre sonhos - 

Conheci as gotas que se derramavam no céu

Por dentre véus de cristais que se desfaziam em flor

Acordei de seu torpor meus sonhos, e dizendo

“Vejam que esplêndido a alvorada que se faz!”

“Ouçam! Não vos tirei por nada de vosso ilhéu!”

Queria dizer-lhes que certamente há algo lá fora

“Não vão embora para, nos pensares, meus recônditos!”

Eu, indômito, queria, simples, viver, e nada mais

Se o presente não é a dádiva que eu buscava

Se eu regava, por engano, as árvores erradas

Que tempo me invada para retornar para onde meu caminho

Dividiu-se em espinhos, flores e seus híbridos

As gotas, curioso!, Nós em si próprias fizeram

E não encheram meus olhos de com sua alegria

De forma que as vias de meu coração ficaram cinza

E, irônico!, Cinzas foram tudo que da chama restou

Em algum ponto, os sonhos como eu desistiram

Contudo não quiseram morrer, caindo em harmonia

Com memórias bruxuleantes, felizes ou ranzinzas

Porém, ainda assim, vivas em seu gasto chateâu

Se a dádiva do presente, por si só, não me satisfaz

E nada mais busco se não um futuro mais aprazível

No nível de satisfação da alma que ama sua ocupação

E sabe que, em vão, nunca mais se derramará seu suor

Se num natal estranho algo realmente nasce

E floresce em rompante botão, como flor selvagem

Então rasguem os véus, pavimentem as estradas

Pois nada me impedirá o grito!, E aqui vou eu.

desciclopedia:

Oh, Olá bichinho!

desciclopedia:

Oh, Olá bichinho!

deadblock:

I’m Gandalf AND Magneto. Get over it.

(Source: opcion, via deadblock-deactivated20110508)

AH, se Tumblr desse dinheiro…

eu seria pobre do mesmo jeito.

Gargalhe, sorria

Gargalhe, sorria e veja

Quem lhe ama lhe possui

Quem lhe ama é amado

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Gargalhe, sorria

Gargalhe, sorria comigo

Pois lhe quero mais que tudo

Quer você o seu querido

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A song about flowers. Obviously.

Mau, com efeito, é o amante vulgar que prefere o corpo ao espírito, pois o seu amor não é duradouro por não se dirigir a um objeto que perdure. A flor do corpo que ama vem um dia a murchar – e então ele ‘se retira ligeiro como as asas’ esquecendo-se das declarações e muitas juras que fez.

Platão

Saem de teus olhos o bem em caos

O doce pólen, os bons maus e os maus

Caídos aos pés

Do teu suave revés

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